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Dr. Eugênio alerta Estado sobre importância de tratamento contra a hanseníase

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O Estado de Mato Grosso ocupa, de forma reincidente, o primeiro lugar no Brasil em casos de portadores de hanseníase. Em alerta ao grave problema de saúde pública, o deputado estadual Dr. Eugênio de Paiva (PSB) indicou, durante sessão plenária do dia 4 de janeiro, ao governador Mauro Mendes e ao secretário de Estado de Saúde (SES), Gilberto Figueiredo, a urgente necessidade de implementação de políticas públicas efetivas, em parceria com os municípios, para reverter esse quadro.

“Nós estamos no ‘Janeiro Roxo’ (campanha nacional de combate, prevenção e enfrentamento à hanseníase) e Mato Grosso carrega o título de campeão nacional de hanseníase. Um estado tão rico de estatísticas tão desastrosas que podem ser sanadas com políticas públicas efetivas no combate à doença. Hanseníase tem cura e o Sistema Único de Saúde (SUS) cobre todo o custo do tratamento. Portanto, não há motivos para que sejamos recordistas de pessoas doentes no Estado de Mato Grosso”, disparou Dr. Eugênio, da tribuna da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.  

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Com formação médica, Dr. Eugênio alerta que hanseníase quando não tratada ou tratada tardiamente, causa incapacidades/deformidades. “As mãos podem apresentar ferimentos; os olhos podem não fechar; pode haver queda dos cílios; o nariz pode visualmente modificar; pode ter rugas acentuadas; as orelhas podem estar modificadas; as sobrancelhas podem parcialmente desaparecerem; o pé pode ficar paralisado e com lesões tipo úlceras (feridas), recorrentes. São sequelas que podem ser responsáveis pela exclusão de muitos trabalhadores do mercado e convívio social”, explicitou o parlamentar na indicação.

Dr. Eugênio destaca a importância do governo do estado desenvolver um trabalho de força-tarefa não só para o tratamento, mas para prevenção da doença desde os primeiros estágios. “Ocorre que a negligência na prevenção, não sendo diagnosticada em fase inicial, é que causa de proliferação, já que é transmitida por meio das gotas eliminadas no ar pela tosse, pela fala e pelo espirro de uma pessoa com hanseníase, sem tratamento”, pontuou Dr. Eugênio, no alerta ao governo do estado.

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Fonte: ALMT

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Oitenta famílias de Poconé ainda aguardam a entrega das casas do residencial Guatós II

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Foto: ROBSON FRAGA / ASSESSORIA DE GABINETE

Cerca de 80 famílias de Poconé (100 km de Cuiabá) ainda aguardam a entrega das casas do residencial Guatós II. Os imóveis fazem parte de um conjunto de 200 habitações populares que começaram a ser construídas em 2012, com recursos (R$ 13 milhões) do programa Minha Casa, Minha Vida do Governo Federal, em parceria com o Estado e a Prefeitura.
As primeiras 120 unidades, no Guatós I, foram entregues em janeiro de 2017, cinco anos após a assinatura do contrato, por intervenção do atual deputado estadual Wilson Santos (PSDB); na época, secretário de Estado de Cidades. De lá pra cá, as obras emperraram e as casas do Guatós II foram invadidas e depredadas. Agora, estão vazias aguardando apenas acabamento. Redes de água e energia já estão prontas.
Semana passada, durante as comemorações do aniversário de Poconé (21.01), Wilson Santos esteve no local. O deputado conversou com populares e autoridades e apurou que para concluir as obras são necessários R$ 500 mil.
“Quando cheguei à Secid as obras estavam paradas. Fui à Poconé e fiz o compromisso de entregar 120 imóveis até janeiro de 2017. O compromisso foi cumprido, mas com o fim do Governo da época as obras pararam. Estou retomando esta luta para que as últimas casas sejam entregues ainda este ano”, disse o parlamentar.
“Fiz indicação ao governador e já entrei em contato com a empreiteira e com a Caixa para tratar do financiamento. As 80 famílias já foram selecionadas pela prefeitura. Se não houver orçamento do governo para concluir o projeto ainda em 2022, ou impedimentos por ser um ano eleitoral, vou destinar os R$ 500 mil que faltam através de emenda parlamentar. Estas famílias não ficarão sem suas casas”, garantiu Wilson Santos.
Financiamento – Os 200 imóveis dos residenciais Guatós I e II fazem parte do Programa Minha Casa, Minha Vida que contemplou, em 2017, 120 famílias com renda de até R$ 1.800 por mês. O valor médio das prestações é de R$ 80 mensais, mas variam de R$ 25 a R$ 120 de acordo com a renda familiar. O prazo total do financiamento é de 10 anos.
 

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Fonte: ALMT

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