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Deputados ouvem explicação de Allan Porto sobre processo seletivo

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O secretário de Estado de Educação (Seduc), Allan Porto, esteve reunido na manhã desta quarta-feira (1º), na presidência da Assembleia Legislativa, com deputados para explicar o edital de processo seletivo para contratos temporários de professores, que será realizado pelo governo para o ano letivo de 2022. 

Allan Porto, de acordo com o deputado Wilson Santos (PSDB), afirmou que para o certame foram inscritos 42 mil candidatos. Segundo o parlamentar, as inscrições foram realizadas para os polos regionais e não mais por municípios. 

“Estou estupefato com a quantidade de inscritos. Nesse caso há mais chance de o candidato ser chamado para trabalhar. O polo regional é como jogar um jogo triplo na loteria, você tem mais chance de ser chamado”, disse Santos.

Wilson Santos informou que o secretário descartou qualquer possibilidade de o governo realizar a prova de títulos para o processo seletivo. Em relação aos pedagogos aprovados no concurso de 2017, de acordo com Wilson Santos, não serão chamados porque as séries iniciais serão repassadas à responsabilidade dos municípios.  

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Contrário à posição tomada pelo governo do estado sobre o processo seletivo, o deputado Lúdio Cabral (PT) apresentou um Projeto de Decreto Legislativo nº 11/2021, que susta o edital para o Processo Seletivo Simplificado de formação de cadastro de reserva. O seletivo é para professor, técnico administrativo educacional (TAE) e apoio administrativo educacional (AEE).

“O edital do governo está carregado de erros e de ilegalidades. A Assembleia Legislativa não pode cair na conversa da Seduc. O Parlamento precisa aprovar o PDL e anular o edital e, com isso, começar tudo do zero, por meio do processo de contagens de pontos tradicionais”, disse Cabral.

Segundo o petista, “isso pode ser aprimorado, sem custo algum para a Seduc. É preciso anular o edital e a Seduc realizar a seleção dos interinos por meio de processo de contagens de votos. Espero que a Assembleia Legislativa não caia na conversa mole da Seduc”, disse Lúdio Cabral. 

O Projeto de Decreto Legislativo, de autoria de Lúdio Cabral, está na ordem do dia de hoje (1º) para discussão e votação. Na Comissão de Trabalho e Administração Pública, de acordo com Cabral, o projeto recebeu parecer para tramitação em dispensa de pauta. Mas para que seja aprovado em Plenário, tem que ter pelo menos 13 votos favoráveis dos deputados.    

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Fonte: ALMT

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Oitenta famílias de Poconé ainda aguardam a entrega das casas do residencial Guatós II

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Foto: ROBSON FRAGA / ASSESSORIA DE GABINETE

Cerca de 80 famílias de Poconé (100 km de Cuiabá) ainda aguardam a entrega das casas do residencial Guatós II. Os imóveis fazem parte de um conjunto de 200 habitações populares que começaram a ser construídas em 2012, com recursos (R$ 13 milhões) do programa Minha Casa, Minha Vida do Governo Federal, em parceria com o Estado e a Prefeitura.
As primeiras 120 unidades, no Guatós I, foram entregues em janeiro de 2017, cinco anos após a assinatura do contrato, por intervenção do atual deputado estadual Wilson Santos (PSDB); na época, secretário de Estado de Cidades. De lá pra cá, as obras emperraram e as casas do Guatós II foram invadidas e depredadas. Agora, estão vazias aguardando apenas acabamento. Redes de água e energia já estão prontas.
Semana passada, durante as comemorações do aniversário de Poconé (21.01), Wilson Santos esteve no local. O deputado conversou com populares e autoridades e apurou que para concluir as obras são necessários R$ 500 mil.
“Quando cheguei à Secid as obras estavam paradas. Fui à Poconé e fiz o compromisso de entregar 120 imóveis até janeiro de 2017. O compromisso foi cumprido, mas com o fim do Governo da época as obras pararam. Estou retomando esta luta para que as últimas casas sejam entregues ainda este ano”, disse o parlamentar.
“Fiz indicação ao governador e já entrei em contato com a empreiteira e com a Caixa para tratar do financiamento. As 80 famílias já foram selecionadas pela prefeitura. Se não houver orçamento do governo para concluir o projeto ainda em 2022, ou impedimentos por ser um ano eleitoral, vou destinar os R$ 500 mil que faltam através de emenda parlamentar. Estas famílias não ficarão sem suas casas”, garantiu Wilson Santos.
Financiamento – Os 200 imóveis dos residenciais Guatós I e II fazem parte do Programa Minha Casa, Minha Vida que contemplou, em 2017, 120 famílias com renda de até R$ 1.800 por mês. O valor médio das prestações é de R$ 80 mensais, mas variam de R$ 25 a R$ 120 de acordo com a renda familiar. O prazo total do financiamento é de 10 anos.
 

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Fonte: ALMT

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