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Com COVID, Marcelo Queiroga, ministro da Saúde, compartilha post antivacina

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Maior autoridade da Saúde no país reproduziu, no Instagram, texto no qual questiona o fato de se infectar mesmo se vacinando com a CoronaVac e usando máscara.

Por Gabriel Ronan

O ministro da Saúde Marcelo Queiroga compartilhou uma mensagem contra a vacinação na rede social Instagram, após seu diagnóstico de COVID-19 nos Estados Unidos, onde fez parte da  comitiva brasileira que participou da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas  (ONU).

“Que ironia! Ministro Marcelo Queiroga seguiu todos os protocolos, vacinou com a CoronaVac, usa máscara o tempo inteiro e foi contaminado. O presidente (Jair Bolsonaro, sem partido) não se vacinou, não usa máscara, estava ao lado dele e não pegou”, escreveu uma mulher no Instagram. O ministro compartilhou a postagem.

A postagem de uma seguidora foi compartilhada por Queiroga

Vale lembrar que a vacina não impede que uma pessoa pegue a doença. Na verdade, o imunizante impede que o paciente desenvolva quadros graves da enfermidade.

Os efeitos da vacinação são sentidos na prática. Todos os dados que circundam a pandemia estão em queda desde que a campanha avançou, como os números de casos e mortes, a transmissão do vírus e as ocupações dos leitos nos hospitais.

Queiroga excluiu o story antivacina após a repercussão.

 Pelo Twitter, ele informou que testou positivo para a doença e disse que o ‘Ministério da Saúde seguirá firme nas ações de enfrentamento à pandemia no Brasil’.

Críticas

Nesta semana, o ministro Queiroga se tornou alvo de críticas do relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da COVID, senador Renan Calheiros (MDB-AL).

Renan classificou o trabalho do médico como ‘fracasso’ e o chamou de ‘Pazuello de jaleco’, em referência ao ex-chefe da Saúde, general Eduardo Pazuello.

Foi na gestão do militar que o Brasil enfrentou seus piores momentos na pandemia – com colapso dos hospitais de grande parte das cidades, até mesmo com falta de oxigênio no Amazonas.

Na semana passada, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) pediu à CPI para reconvocar Marcelo Queiroga para prestar depoimento ao Senado.

O objetivo é repercutir os posicionamentos do ministro contra a vacinação de adolescentes sem comorbidades entre 12 e 17 anos. Queiroga afirmou que os estados que imunizaram esse público agiram de maneira “intempestiva”.

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“EM’

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Justiça

Justiça manda associação e ex-servidores devolverem R$ 1,6 mi em Cuiabá

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Por Diego Frederici

A juíza da Vara de Ação Civil Pública e Ação Popular do Tribunal de Justiça (TJMT), Celia Regina Vidotti, mandou uma associação que prestava serviços em Cuiabá, além de duas servidoras, realizarem o pagamento de R$ 1,6 milhão. A determinação é oriunda ao cumprimento de uma sentença por atos de improbidade administrativa na implantação da chamada “Faixa Azul” – áreas destinadas ao estacionamento de veículos em locais públicos, mediante o pagamento de uma taxa.

A decisão da juíza é do último dia 13 de outubro. A devolução (R$ 1,6 milhão) é a soma das condenações da Associação de Gerenciamento de Projetos (A.G.P.), que deverá devolver R$ 800,2 mil, e das então coordenadoras do projeto Eliacir Pedrosa da Silva e

Natali Soares de Siqueira Xavier, que terão que devolver, respectivamente, R$ 353,2 mil e R$ 447 mil. A magistrada deu prazo de 15 dias para o pagamento.

Segundo informações do processo, irregularidades na implantação do sistema Faixa Azul em Cuiabá foram identificadas após a A.G.P. não repassar à prefeitura de Cuiabá os valores obtidos com a arrecadação dos motoristas que estacionam seus veículos em áreas públicas de Cuiabá. “Entre os meses de janeiro e setembro de 1995, a Associação de Gerenciamento de Projetos arrecadou com as vendas das folhas de estacionamento o montante de R$ 300.701,00, contudo, depositou na conta destinada aos valores arrecadados a importância de R$ 261.576,69, resultando em uma diferença de R$ 39.124,31”.   

Além de não repassar os valores, uma auditoria realizada no projeto apontou ainda que os condenados por improbidade administrativa também estão envolvidos em “pagamento de despesas cuja notas fiscais não possuem o nome do consumidor (A.G.P.); pagamento de notas fiscais em nome de terceiros; pagamentos indevidos de adicionais de insalubridade e periculosidade; pagamentos indevidos de gratificações; pagamentos indevidos de indenização adicional”, e outras irregularidades..

´´Folha/Max“

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