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O acidente aconteceu na manhã de terça-feira (27) em Diamantino; Polícia investiga dinâmica

Caminhões caem em precipício e três morrem soterrados com carga

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MATO GROSSO

Três pessoas morreram em um grave acidente entre caminhões, na manhã de terça-feira (27), na BR-163 em Diamantino (a 202 quilômetros de Cuiabá). Os veículos caíram em uma ribanceira e as vítimas ficaram soterradas com calcário.

De acordo com a Polícia Civil, as vítimas foram identificadas como Rudson Rodrigues Ribeiro, de 23 anos, Alexandra Ferreira Silva, de 23, e uma criança de um ano. Todos estavam no caminhão trator Volvo.

O motorista do Mercedes Benz Atego, de 44 anos, foi socorrido por terceiros, antes mesmo da chegada da Polícia. O nome dele não foi divulgado.

Conforme a Polícia Civil, as equipes foram acionadas por volta das 11h30 e encontraram os caminhões caídos em uma ribanceira.

O Volvo transportava carga de calcário e caiu de frente na ribanceira, ficando “embicado” em uma vala. A cabine ficou soterrada com por parte da carga

Depois de cerca de 15 horas de trabalhos para retirar o material que encobria a cabine, foram encontrados os três corpos.

O local foi periciado e a Polícia Civil investiga o acidente. Não há, até o momento, informações sobre as circunstâncias.

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EDUCAÇÃO

Corte afeta ajuda a alunos e deixa animais sem comida na UFMT

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O recente corte de gastos promovidos pelo Ministério da Educação começa a afetar o funcionamento da Universidade Federal de Mato Grosso. 

A Pró-Reitoria de Assistência Estudantil (Prae) comunicou nessa quarta-feira (07) que, após as medidas adotadas pelo Governo Federal tornou-se inviável o pagamento dos 1.726 auxílios/bolsas de dezembro desse ano.

O gasto com essas assistências totalizam R$ 595.172 mensais, mas o atual saldo em caixa da UFMT é de aproximadamente R$10.000. 

A Prae ressaltou que esses auxílios e bolsas são essenciais para a permanência dos estudantes da UFMT que estão em situação de vulnerabilidade econômica. 

Sem comida 

Outro setor que também sentiu o corte foi o Centro de Medicina e Pesquisa em Animais Silvestres (Cempas) da UFMT, que está impossibilitado de comprar comida para os animais sob tutela da faculdade.

Roberto Lopes de Souza, diretor da faculdade de Medicina Veterinária da UFMT, conta que tem buscado ajuda do Ministério Público e do Juizado Ambiental para conseguir verba emergencial.

A esperança é que esses órgãos consigam disponibilizar o dinheiro arrecadado de multas ambientais para ser aplicado nas despesas do Cempas.

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O diretor também revela que é essencial conseguir essa verba emergencial o quanto antes. Caso o curso de Veterinária da UFMT não consiga o repasse, o diretor conclui que os animais poderão morrer de fome.

Atualmente há cerca de 300 animais sob tutela do Cempas, entre porcos-do-mato, jacarés, aves, macacos, jaguatiricas, antas e outros silvestres.

  

Antes de se tornar um centro de medicina, o Cempas era o famoso Zoológico da UFMT, que era aberto à visitação pública.

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