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Associação de PMs consegue psiquiatra para tratar jornalista

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Por Thayza Assunção 

A Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros de Mato Grosso ofereceu ajuda psiquiatra à jornalista Nildes Souza, que foi presa duas vezes por policiais militares desde a terça-feira (13). 

A primeira prisão aconteceu depois de Nildes jogar cerveja em um policial militar na Praça Popular, em Cuiabá. 

O presidente da Associação, sargento Laudicério Machado, informou que entrou em contato com a irmã da jornalista na manhã desta quinta-feira (14) para tratar sobre o assunto.

“Após ver o vídeo dela no Zero KM novamente, consegui o telefone da irmã dela e de forma cautelosa entrei em contato e pedi autorização para a Associação ajudá-la nesse momento”, disse.

“Entendemos que não é apenas questão judicial e sim médica. Tanto que ela precisa estar primeiro bem psicologicamente para responder pelos atos na Justiça. A irmã ficou muito agradecida pela oferta de ajuda”, acrescentou.

Segundo Machado, o psiquiatra Gleisson Libardi já se prontificou a contribuir com o caso.

Cabo Laudicério

Presidente da Associação, sargento Laudicério Machado

O presidente acionou o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) e aguarda  a localização da jornalista  para que seja encaminhada imediatamente ao psiquiatra.

“A Associação defende o seu policial associado, mas também ela é feita de membros policiais que defendem a sociedade  e nesse momento ela também precisa de ajuda”, afirmou.

A Associação entrou com duas ações contra a jornalista na área criminal e cível por conta do episódio de agressão ao policial. 

Confusões

A primeira confusão da jornalista ocorreu na madrugada de terça-feira (12), no Bar Cerveja de Garrafa, na Praça Popular, em Cuiabá.

De acordo com o boletim de ocorrência, os militares realizavam o policiamento no local quando a mulher, que estava bebendo, jogou uma garrafa de cerveja contra a viatura.

Os policiais desceram do carro para conversar com ela que, por sua vez, começou a desacatar os militares dizendo: “Seus policiais de merda. Meu pai é policial federal e vocês vão ver”.

Em seguida, segundo o boletim de ocorrência, a suspeita jogou um copo de cerveja na cara de um dos PMs. Toda a cena foi filmada por populares.

A jornalista foi presa em flagrante e foi liberada na quarta-feira (13) após passar por audiência de custódia. A Justiça impôs uso de tornozeleira eletrônica por 90 dias,  pagamento de fiança de R$ 1,1 mil em duas parcelas, proibição de frequentar bares e boates e comparecer aos Alcoólicos Anônimos por seis meses.

No mesmo dia a noite, ela voltou a ser presa na Praça Popular após ao descumprir a ordem da Justiça.

Logo depois, entretanto, ela foi solta novamente e se envolvou em uma briga, na madrugada de quinta-feira (14), na região do Zero Km, em Várzea Grande. 

“Midia News”

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Banda de Cáceres ‘O Mormaço Severino’ lança álbum com músicas autorais

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A banda de Cáceres “O Mormaço Severino” lança, nesta sexta-feira (03.12), o álbum de estreia “Cânticos das Ruas Estreitas’, que reúne oito músicas autorais. Produzido com recursos do Edital MT Nascentes, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), o projeto apresenta o repertório de mais de dez anos do grupo.

“Elas expressam, de forma poética, vivências no entorno do Rio Paraguai, nas periferias e ruas estreitas, que compõem o cenário da cidade histórica, turística e universitária”, destaca o compositor da banda, Rauni Vilasboas.

A banda é formada por Jheine Lima (voz/backing vocals), Rauni Valentim Vilasboas (guitarras/backing vocals/letras), Diego Vicente (teclados), Ronaldo Gonçalves (baixo), Luis Guilherme (bateria) e Welington Fernandes (percussão). Gravado em Cuiabá, o álbum ‘Cânticos das Ruas Estreitas’ foi selecionado no MT Nascentes, que integra os editais viabilizados pela Lei Aldir Blanc.

“Musicalmente, ‘O Mormaço Severino’ se aproxima dos gêneros indie, folk, rock e pop alternativo, psicodelia com regionalismos em canções experimentais. As composições expressam dores, angústias, amores, vícios, sentimentos de êxtase do fim de um dia de trabalho, o gosto da rua, a solidão”, descreve a cantora Jheine Lima.

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‘O Mormaço Severino’ é um conceito poético inspirado na cidade de Cáceres. Mormaço remete ao calor que gera incômodo, sofrimento, inquietude. Já Severino propõe pensar em um brasileiro comum, a algo quente, severo. Defendendo a música autoral e independente, a formação atual da banda existe desde 2006, nascendo dos movimentos culturais das periferias de Cáceres e da amizade entre os artistas.

A banda está presente nas redes sociais, e, para quem quiser conhecer um pouco mais do trabalho dos artistas, acesse Instagram, Facebook  e Youtube. (Com informações da assessoria)

Fonte: GOV MT

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