Polícia detém suspeita de enviar áudios sobre massacres em Várzea Grande
Publicado em 10/11/2017
Estudante que havia desaparecido em Colíder é encontrada pela polícia na casa do ex- namorado
No Brasil não há bancos de dados integrados para pessoas desaparecidas
Política
Estudante que havia desaparecido em Colíder é encontrada pela polícia na casa do ex- namorado

Por: Joel Teixeira 

A Policia Judiciária Civil de Colíder (MT) a 648 km de Cuiabá, localizou a adolescente Jainy Silva, de 16 anos que estava desaparecida desde quarta-feira (08). Ela havia saído de casa para ir à escola Cleonice Miranda, onde estuda, por volta das 12:22 hrs, mas não chegou à escola, nem na residência onde mora com a mãe e o padrasto dela.

A família e amigos de Jainy Silva, ficaram desesperados com o suposto sumiço da garota. O caso teve grande repercussão, ninguém sabia do paradeiro da estudante. Nesta sexta-feira à tarde para alívio do padrasto, senhor Ademar Cavazini e da Mãe, dona Marcelina, a jovem foi encontrada na casa do ex-namorado, Robson Santos de Oliveira, 29 anos, na cidade de Nova Santa Helena, a 30 km de Colíder.

O casal foi encaminhado para a delegacia de polícia civil para prestarem depoimentos. O TV NOTÍCIAS, parabeniza à Polícia Civil e todas as autoridades que se empenharam em achar a adolescente Jainy.

Dados alarmantes de pessoas desaparecidas no Brasil

No Brasil há 8 desaparecimentos de pessoas por hora, segundo estudos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Ainda não há um trabalho efetivo voltado a desaparecidos no país. Especialistas afirmam que um banco de dados integrado pode resolver com mais agilidade os casos.

Segundo estudos realizados nos últimos dez anos, São Paulo lidera as estatísticas, com 242.568 registros de desaparecimentos de 2007 a 2016, seguido por Rio Grande do Sul, com 91.469, e Rio de Janeiro, com 58.365. Acre, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná e Roraima ainda não contabilizaram os índices completos nos últimos dez anos. 

Vera Lúcia Ranú, presidente da ONG Mães em Luta, Associação Nacional de Prevenção e Buscas à Pessoas Desaparecidas, alerta,  os pais devem ficar muito atentos aos seus filhos, com quem andam, notar mudanças de comportamento, não deixar crianças sozinhas e ter conversas amigáveis e abertas com os adolescentes.

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