CUIABÁ

Siga nossas redes

ECONOMIA

Impacto de reajuste do Judiciário será de aproximadamente R$ 4 bilhões em 2019

Cálculos do ministro Esteves Colnago correspondem às previsões de valores divulgadas pelas consultorias de orçamento da Câmara e do Senado

Publicado em

ECONOMIA

Da redação 

O ministro do Planejamento, Esteves Pedro Colnago Júnior, disse que o impacto do reajuste a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) provocará um impacto de R$ 1.4 bilhão nas contas da União. O cálculo tem correspondência com o valor divulgado pelas consultorias de orçamento da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

O reajuste de 16,38% nos salários dos ministros do STF foi sancionado na segunda-feira (26/11) pelo presidente Michel Temer.

“A gente ainda está fazendo os cálculos, mas na União estaria girando em torno de R$ 1,4, R$ 1,6 bilhão. Desse total, R$ 1,1 bilhão seria do aumento do judiciário”, disse o ministro.

O aumento se traduz em um impacto de aproximadamente R$ 4 bilhões, só no ano que vem, sobre a União (R$ 1,4 bilhão) e os estados (R$ 2,6 bilhões). Os vencimentos dos ministros passarão de R$ 33,7 mil para 39,2 mil mensais.

As declarações do ministro foram feitas nesta terça-feira (27/11), quando o ministro chegou ao Centro Cultural Banco do Brasil para reunião com a equipe econômica do governo de transição.

Com: Metrópoles 

 

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Caixa suspende sorteio da Loteria Federal por três meses
Propaganda

ECONOMIA

Atividade econômica cai 0,15% em agosto, diz Banco Central

Publicados

em

Por Andreia Verdélio

A atividade econômica brasileira teve variação negativa em agosto deste ano, de acordo com dados divulgados hoje (15) pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apresentou queda de 0,15% em agosto de 2021 em relação ao mês anterior, de acordo com os dados dessazonalizados (ajustados para o período), chegando a 139,23 pontos.

Na comparação com agosto de 2020, houve crescimento de 4,74% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais). No ano, foi registrada alta de 6,41%. Em 12 meses encerrados em agosto, o indicador também ficou positivo, em 3,99%.

O índice é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 6,25% ao ano. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: a indústria, o comércio e os serviços e a agropecuária, além do volume de impostos.

Entretanto, o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No segundo trimestre deste ano, o PIB apresentou variação negativa de 0,1%. No primeiro semestre, o PIB registrou alta de 6,4% e em 12 meses, acumulou alta de 1,8%.

Em 2020, o PIB do Brasil caiu 4,1%, totalizando R$ 7,4 trilhões. Foi a maior queda anual da série do IBGE, iniciada em 1996 e que interrompeu o crescimento de três anos seguidos, de 2017 a 2019, quando o PIB acumulou alta de 4,6%.

´´EBC“

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Auxílio emergencial de R$ 600 poderá ser sacado a partir do dia 27
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA