CUIABÁ

Siga nossas redes

ECONOMIA

Auxílio Brasil paga R$ 100 a mais para 3 mil famílias em dezembro; entenda

Publicado em

ECONOMIA


source
Sede do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Divulgação

Sede do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

O governo federal começará a pagar, em dezembro deste ano, Bolsa de Iniciação Científica Júnior — benefício que faz parte do  Auxílio Brasil e tem o objetivo de incentivar os estudantes a se dedicarem aos estudos e a desenvolverem seu potencial no ramo da ciência. Segundo o Ministério da Cidadania, cerca de três mil estudantes do país receberão, no mês que vem, a primeira de 12 parcelas mensais previstas no valor de R$ 100. A família do aluno também receberá uma cota única anual de mil reais.

A parcela mensal devida ao estudante será paga pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com recursos da Cidadania. Já a parcela única anual devida à família será paga diretamente pelo ministério.

Para receber a Bolsa de Iniciação Científica Júnior, os estudantes precisam fazer parte de famílias contempladas pelo novo Auxílio Brasil e se destacar em competições acadêmicas e científicas (ocupando da 1ª até a 3ª posição), de abrangência nacional, ligadas à educação básica.

Leia Também:  Alerta de spoiler: saiba quem são os finalistas do MasterChef Brasil

Procurado, o Ministério da Cidadania não informou como se o pagamento será feito por meio de conta em banco, com saque via cartão, ou outro meio de pagamento. Também não explicou como os alunos saberão que foram contemplados com o benefício.

A pasta ainda não esclareceu se a parcela única de mil reais para a família também sairá em dezembro. Tampouco explicou se um estudante beneficiado com a bolsa num ano poderá continuar recebendo o pagamento no ano seguinte, se repetir o bom desempenho nas competições.

As competições científicas que darão o direito à bolsa devem ser credenciadas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, tendo sido lançadas em 2020. São elas:

  • IX Olimpíada Brasileira de Neurociências – OBN
  • IV Olimpíada Brasileira de Cartografia: Ciência e Arte – OBRAC
  • Olimpíada Brasileira de Robótica 2021 – OBR
  • 5ª Olimpíada Nacional de Aplicativos – ONDA
  • Olimpíada Brasileira de Soluções Sustentáveis para Água e Energia – OBSSAE
  • 3ª Olimpíada Científica Nacional sobre Oceanos e Ambientes Polares and 3rd Hackathon for new technologies for Marine and Polar research
  • Olimpíada Brasileira de Matemática – OBM
  • IPhCO – Olimpíada Internacional de Física e Cultura – FASE NACIONAL
  • 24ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica OBA
  • 10ª Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas – OBFEP
  • 11ª Olimpíada Brasileira de Agropecuária – OBAP
  • Olimpíada de Matemática dos Institutos Federais – OMIF
  • Olimpíada Brasileira de Informática 2021 – OBI
  • Programa Nacional Olimpíadas de Química – OBQ
  • XVII Olimpíada Brasileira de Biologia – OBB
Leia Também:  Inflação dispara em 2021 e deve ser a maior desde governo Dilma, prevê mercado

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

ECONOMIA

União Europeia vai investir em países em desenvolvimento para conter a China

Publicados

em


source
União Europeia vai investir em países em desenvolvimento para conter avanço da China
Pixabay

União Europeia vai investir em países em desenvolvimento para conter avanço da China

A União Europeia anunciou nesta quarta-feira (1º) um ambicioso plano para mobilizar investimentos de até 300 bilhões de euros (R$ 1,9 trilhão) em fundos públicos e privados até 2027 em projetos de infraestrutura para conter a influência global da China em países em desenvolvimento. O projeto é considerado uma resposta europeia ao enorme programa de investimento chinês Iniciativa Cinturão e Rota, conhecida como a Nova Rota da Seda.

O projeto europeu, intitulado Global Gateway (“Porta de Entrada Global”, na tradução livre), inclui investimentos em infraestrutura digital, de transportes, energia e saúde. Embora a proposta não mencione diretamente a China, o país asiático paira como uma sombra ao longo do documento da UE, que oferece contrapontos ao plano de desenvolvimento de Pequim. Segundo seus críticos, a Iniciativa Cinturão e Rota levou países a níveis insustentáveis de endividamento.

“A UE oferecerá seu financiamento em termos justos e favoráveis, a fim de limitar o risco de sobreendividamento”, diz o comunicado da Comissão Europeia. Para ter acesso aos fundos, os parceiros terão que aderir “ao Estado de direito, defendendo altos padrões de direitos humanos, sociais e trabalhistas e respeitando as normas de regras e padrões internacionais de propriedade intelectual”, disse o comunicado. O texto diz também que o projeto terá como objetivo “forjar vínculos, e não criar dependências”.

Leia Também:  Conselho de diretores vota hoje a aprovação do novo presidente da Petrobras

A principal dúvida é se as ambições do projeto são de fato realizáveis. Os planos da Comissão dependem fortemente de sua capacidade de “atrair” fundos privados usando quantias muito modestas de financiamento público. O bloco europeu já usou este modelo em outras iniciativas, como o Plano Juncker para a infraestrutura da UE.

Cerca de € 135 bilhões de investimentos serão viabilizados por garantias do novo programa do Fundo Europeu para o Desenvolvimento Sustentável Plus, diz o esboço. Isso implicará que o Banco Europeu de Investimento, com sede em Luxemburgo, mobilize € 25 bilhões de investimentos. Até  € 18 bilhões em subvenções virão de outros programas da UE, e metade dos gastos virá de instituições financeiras europeias.

A UE chega tarde à competição: a China lançou sua estratégia de investimento global para as “Novas Rota da Seda” em 2013, em uma iniciativa que, em seu projeto, supera US$ 1 trilhão (R$ 5,56 tri). Além da UE, o governo americano pretende lançar até janeiro um programa global de financiamento de infraestrutura que funcionará como contraponto à iniciativa da China. Segundo um alto funcionário dos EUA, serão apresentados entre cinco e dez projetos.

Leia Também:  Gratificação por ir a conselhos, jetons sobem salários de secretários em SP e MG

Leia Também

Os países ocidentais consideram o plano da China uma ferramenta para expandir sua influência sobre os países em desenvolvimento e acusam Pequim de incitar essas nações a realizarem licitações não transparentes e a se endividarem.

Jutta Urpilainen, a comissária da UE encarregada da política de desenvolvimento, disse a repórteres na quarta-feira que a ajuda do bloco rivaliza com a de Pequim, acrescentando que “temos fornecido subsídios, a China forneceu empréstimos”.

O plano reúne principalmente iniciativas e programas de financiamento existentes com o objetivo de apoiar os interesses e a competitividade da Europa em todo o mundo. Também busca apoiar padrões e valores ambientais sustentáveis, como democracia e direitos humanos.

“O Global Gateway tem o potencial de transformar a UE em um ator geopolítico mais eficaz”, disse Michael Clauss, embaixador da Alemanha na UE. “Para muitos países parceiros, a oferta de uma cooperação baseada em regras e valores ao nível dos olhos será uma alternativa atraente para a iniciativa chinesa do Cinturão e da Rota”.

A estratégia segue um acordo liderado pelos EUA alcançado durante a cúpula do G7 de julho, na Inglaterra, onde os líderes de sete das maiores economias do planeta concordaram em lançar uma iniciativa de infraestrutura global. O impulso teve como objetivo ajudar a reduzir o déficit de infraestrutura no mundo em desenvolvimento e fornecer uma alternativa geopolítica verde para as iniciativas ambiciosas da China.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA