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Até login no Meu INSS servirá como comprovação para prova de vida

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Aplicativo Meu INSS
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Aplicativo Meu INSS

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informou, nesta quinta-feira (dia 3), que o acesso de aposentados e pensionistas ao aplicativo ou portal Meu INSS e a realização de perícias médicas por telemedicina ou presencial (para quem tem benefícios por incapacidade) vão servir como prova de vida, dispensando os beneficiários de comparecerem aos bancos anualmente para atualização cadastral.

Vale destacar que o acesso ao aplicativo ou ao portal Meu INSS será considerado válido como prova de vida desde que a pessoa tenha um cadastro na plataforma Gov.br com selo ouro (o que indica alto grau de confiabilidade e pode ser obtido, por exemplo, com o cadastramento da biometria facial na própria ferramenta).

Além disso, um atendimento presencial realizado numa agência da Previdência Social servirá como prova de movimentação do segurado na base de dados do governo, ou seja, vai funcionar como uma prova de que a pessoa está viva.

O mesmo valerá para contratação ou renovação de um empréstimo consignado, desde que a transação seja feita com reconhecimento biométrico.

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Até a declaração anual de Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), como titular ou dependente, e a atualização do Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) vão servir como comprovação de vida.

As informações constam da Portaria 1.408 publicada no Diário Oficial da União.

Outros documentos reconhecidos

Na quarta-feira, quando as mudanças foram anunciadas, o INSS já havia anunciado que a emissão ou a renovação de documentos — como identidade, carteira de motorista e passaporte — será aceita como comprovação de vida, assim como comprovantes de votação nas eleições e de vacinação.

O mesmo valerá em caso de atendimento no sistema público de saúde ou na rede conveniada.

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Governo reduz para US$ 55,4 bilhões projeção de superávit comercial

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O aumento de gastos com fertilizantes e combustíveis fez o Ministério da Economia revisar para baixo a projeção de superávit comercial (exportações menos importações) este ano. A estimativa caiu de US$ 81,5 bilhões, previstos em abril, para US$ 55,4 bilhões, uma redução de 32,7%. A cada 3 meses, o governo divulga uma nova previsão.

Apesar da queda, pode ser o segundo melhor resultado anual da balança comercial desde o início da série histórica, em 1989. O melhor superávit comercial registrado até hoje foi no ano passado, quando o país exportou US$ 61,407 bilhões a mais do que importou, beneficiado pela valorização das commodities (bens primários com cotação internacional).

Segundo o subsecretário de Inteligência e Estatísticas do Comércio Exterior do Ministério da Economia, Herlon Brandão, existem dois fatores principais para a revisão da estimativa: a queda no preço internacional do minério de ferro nos últimos meses e os reflexos da guerra na Ucrânia, que encareceram os fertilizantes e os combustíveis.

“O que temos observado no ano é o crescimento da importação bastante acima do esperado. A exportação vem mais ou menos em linha com o inicialmente projetado”, explicou Brandão. “Os preços de combustíveis, de adubos e fertilizantes, principalmente, influenciam esse movimento”, acrescentou.

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A queda do saldo projetado deve-se tanto ao aumento das importações como à desaceleração das exportações. A projeção para as compras do exterior subiu de US$ 268 bilhões previstos em julho para US$ 274,9 bilhões agora. Do lado das exportações, a previsão caiu de US$ 349,4 bilhões para US$ 330,3 bilhões. Caso se confirmem, os valores anuais serão recordes para esses parâmetros.

Impacto da guerra

A guerra entre Rússia e Ucrânia tem impactado a balança comercial nos últimos meses. Por causa do aumento de gastos de itens que encareceram com o conflito, o superávit no mês passado totalizou US$ 3,993 bilhões, com recuo de 9,3% em relação a setembro de 2021.

Os preços internacionais dos adubos e dos fertilizantes subiram 47,4% em setembro, na comparação com o mesmo mês do ano passado. O preço médio dos combustíveis comprados do exterior aumentou 53,3% na mesma comparação. No trigo, outro produto que o Brasil importa em grande quantidade, a alta chega a 58,2%.

“EBC”

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