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Publicado em 16/05/2020
CRISE DA SAÚDE: Brasil perdeu credibilidade, diz presidente da Mercedes-Benz
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CRISE DA SAÚDE: Brasil perdeu credibilidade, diz presidente da Mercedes-Benz

Por Fabrícia Oliveira

Faz algum tempo que Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz no Brasil e América Latina, aguarda o pagamento da Anvisa para uma empresa que produz um respirador de baixo custo, desenvolvido em conjunto com o Instituto Mauá de Tecnologia. Mas a burocracia não ajuda nem na mesma situação de solidariedade emergencial. “Como é difícil fazer negócios no Brasil. Quem consegue nesse ambiente burocrático? ”, Diz. Mas o pior, hoje, diz o executivo, é a falta de confiança do país desesperado pela ausência de coordenação para combater uma pandemia.

“Em poucos meses, o Brasil perdeu a credibilidade que havia sido conquistada como reformas trabalhistas e previdenciárias”, diz Schiemer. Para o executivo, a falta de ações coordenadas entre os governos federal, estaduais e municipais atrasa a recuperação econômica. “A confiança do consumidor só voltará a sofrer uma crise de saúde controlada”. O executivo lembra que na Alemanha, há brigas e opiniões diferentes em relação à pandemia. “Mas no fim são tomadas ações conjuntas e coordenadas”.

Já em fase de conclusão do gerenciamento do comando do maior produtor de caminhões e ônibus do país, Schiemer diz que não havia uma pandemia que seria, a essa altura, desfrutando de férias na Bahia, antes de executar nova função na Alemanha. Em fevereiro, a Mercedes anunciou o nome do alemão Karl Deppen para executar o comando de operação no Brasil.

Schiemer conhece bem o Brasil. Essa é sua terceira passagem pelo país. Trabalhou na área de vendas no fim dos anos 1990 e 2004. É presidente desde 2013 e habitua-se a permanecer à vontade para analisar uma situação do país em diferentes momentos, sem nunca esquecer as críticas a políticas macroeconômicas que consideram nocivas ao país e à produção industrial.

Faz algum tempo que Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz no Brasil e América Latina, aguarda o pagamento da Anvisa para uma empresa que produz um respirador de baixo custo, desenvolvido em conjunto com o Instituto Mauá de Tecnologia. Mas a burocracia não ajuda nem na mesma situação de solidariedade emergencial. “Como é difícil fazer negócios no Brasil. Quem consegue nesse ambiente burocrático? ”, Diz. Mas o pior, hoje, diz o executivo, é a falta de confiança do país desesperado pela ausência de coordenação para combater uma pandemia.

“Em poucos meses, o Brasil perdeu a credibilidade que havia sido conquistada como reformas trabalhistas e previdenciárias”, diz Schiemer. Para o executivo, a falta de ações coordenadas entre os governos federal, estaduais e municipais atrasa a recuperação econômica. “A confiança do consumidor só voltará a sofrer uma crise de saúde controlada”. O executivo lembra que na Alemanha, há brigas e opiniões diferentes em relação à pandemia. “Mas no fim são tomadas ações conjuntas e coordenadas”.

Já em fase de conclusão do gerenciamento do comando do maior produtor de caminhões e ônibus do país, Schiemer diz que não havia uma pandemia que seria, a essa altura, desfrutando de férias na Bahia, antes de executar nova função na Alemanha. Em fevereiro, a Mercedes anunciou o nome do alemão Karl Deppen para executar o comando de operação no Brasil.

Schiemer conhece bem o Brasil. Essa é sua terceira passagem pelo país. Trabalhou na área de vendas no fim dos anos 1990 e 2004. É presidente desde 2013 e habitua-se a permanecer à vontade para analisar uma situação do país em diferentes momentos, sem nunca esquecer as críticas a políticas macroeconômicas que consideram nocivas ao país e à produção industrial.

Já o mercado de ônibus sofre impacto maior, com redução de viagens rodoviárias e demanda por transporte público. As vendas no mês passado caíram 83% em relação aos volumes planejados no início do ano.

A Mercedes planeja concluir o plano de investimentos de R $ 2,4 bilhões para o período entre 2018 e 2022. Uma empresa seleciona, porém, congelar novas programações para a América Latina. O importante agora, diz Schiemer, é cuidar da capital do giro.

A empresa integra um grupo de montadoras, liderado pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), que solicita ao governo a possibilidade de usar créditos tributários ou garantia para obter pagamentos bancários.

Mas, enquanto Schiemer e pacientes da covid-19 aguardam ou avaliam a Anvisa para produção de respiradores ativados pelo Instituto Mauá, um Mercedes tem ajudado a respirar danificados. “Olhamos onde podemos ajudar”, diz.

"PolêmicaParaiba"

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