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Renault 4 voador celebra 60 anos do clássico em grande estilo

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Renault 4 voador tem hélices de drones e sua carroceria sem portas fica em cima de uma estruturas metálicas
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Renault 4 voador tem hélices de drones e sua carroceria sem portas fica em cima de uma estruturas metálicas

O Renault 4 faz 60 anos e a marca francesa decide transformá-lo em um carro voador para celebrar o aniversário de um dos seus modelos mais icônicos e bem sucedidos nas vendas. Para isso, fez um protótipo batizado como Air4 capaz de voar e que mostra como seria o modelo no século 21.

Feito em seis meses, o Renault 4 voador e conceitual tem duas partes. Uma delas é a carroceria do carro em si, sem portas, mas com uma série de detalhes estilosos, como os faróis e lanternas com contornos de LED e a silhueta que lembra o clássico original.

A outra parte fica por conta da estutura que recebeu as hélices que fazem o protótipo voar e atingir 88,5 km/h no ar a uma altura de 685 metros. Porém, no vídeo divulgado pela equipe que desenvolveu o modelo conceitual, o Renault 4 voador não passou de 14,5 metros.

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Mas todo o esforço da Renault para fabricar o carro voador deverá servir apenas como uma ação de marketing, uma vez que o protótipo deverá ser exposto em Paris até o fim do ano, sem nenhuma chance de ao menos servir de base para algum novo modelo da marca francesa no futuro.

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O clássico Renault 4

Lançado em 1961, o icônico modelo da marca francesa logo foi apelidade de “blue-jeans car” pelo CEO da Renault entre 1955 e 1975. Era um modelo popular que preencheu a lacuna entre um modelo para uso no campo e na cidade. Foi lançado com quatro portas e uma dose de versatilidade incomum para o início dos anos 60, com bancos traseiros dobráveis.

A Renault fabricou 8,1 milhões de unidades do modelo 4, mas nunca chegou a vendê-lo nos Estados Unidos e outros mercados, onde o carro que mais próximo chegou do clássico foi a furgoneta Kangoo , hoje com versão elétrica na nova geração.

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Fonte: IG CARROS

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GWM estréia fábrica de carros no Brasil e alega que farão até 208 km/l

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Fábrica Mercedes-Benz de Iracemápolis foi vendida para a Great Wall Motors Company, que fará apenas carros eletrificados
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Fábrica Mercedes-Benz de Iracemápolis foi vendida para a Great Wall Motors Company, que fará apenas carros eletrificados

A maior fabricante de carros da China, a Great Wall (GWM), acaba de inaugurar uma fábrica em Iracemápolis (SP): trata-se de uma unidade que foi inaugurada pela Mercedes-Benz em março de 2016 e fechada em dezembro de 2020. Nesta quinta-feira (27), a Great Wall Motors inicia oficialmente as operações no Brasil, fabricando apenas carros eletrificados, e promete fazer da unidade sua maior base fora da China.

A empresa anunciou investimentos de R$ 10 bilhões no país até 2032. Em 2025, a multinacional pretende alcançar um faturamento de R$ 30 bilhões. A GWM também garante que a fábrica brasileira será um centro completo de produção. Até 2025, almeja atingir um índice de nacionalização de 60%. A unidade industrial será um pólo de exportação para o continente. A retomada das atividades vai gerar 2.000 empregos diretos e 8.000 indiretos.

Para diversificar a atuação da montadora no Brasil, a GWM vai contar com três marcas, uma para cada linha de produtos. A Haval vai comercializar apenas SUVs on-road inteligentes, a Tank contará com SUVs off-road de luxo e a Poer terá picapes inteligentes.

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Em um segundo momento, virá a linha Ora , uma marca premium exclusivamente movida a bateria. Ela será a primeira marca pura 100% de carros elétricos no Brasil.

Os carros, segundo a Great Wall , terão todos entre 230 cv a 430 cv, e entre 41 kgfm até 76 kgfm. Na prática, esses números se traduzem em aceleração de 0 a 100 km/h entre 7,2 segundos e 4,8 segundos, com consumo de combustível de 75 km/l a 208 km/l (ainda segundo a GWM), quando nos limitamos aos híbridos e híbridos plug-in .

Como se não bastasse, a montadora afirma que vai oferecer no Brasil o híbrido plug-in com a maior autonomia elétrica do mundo, de 200 km. Esse modelo ainda é capaz de recarregar 80% da sua bateria em apenas 30 minutos.

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Todos os modelos produzidos no Brasil terão recursos de conectividade e sistemas semiautônomos de segurança Nível 2 de série, além de permitir o uso do comando por voz para controlar as funções do veículo, como fechar vidros ou abrir o teto solar. Os veículos da GWM no Brasil também estarão prontos para suportar o recurso de conectividade 5G.

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A GWM desenvolveu o primeiro sistema de veículo híbrido do mundo que conta com a tecnologia de atualização Over The Air (OTA), que trará atualizações de software e firmware pelo ar para o carro, não só para o multimídia, mas para todo o sistema do veículo, como módulos dos motores e hardware de direção semiautônoma .

Outra novidade tecnológica é que a GWM já está iniciando parcerias para estudos de uso de etanol como fonte de geração de hidrogênio para veículos com célula de combustível.

Great Wall Tank 100 é o
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Great Wall Tank 100 é o “irmão” chinês queo Jimny Sierra nunca tinha tido

“A GWM é a primeira empresa na China que forma parte da Comissão Internacional do Hidrogênio e tem vários projetos de pesquisa para as diferentes aplicações desse gás como elemento de propulsão”, afirma Pedro Bentancourt, Chief Relations Officer (CRO) da GWM Brasil.

“Pretendemos utilizar a unidade no Brasil como base de conhecimento na realização de acordos com universidades e centros tecnológicos brasileiros , visando desenvolver pesquisa que, por exemplo, inclua o uso do etanol como fonte de hidrogênio”, complementa Pedro Bentancourt.

Fonte: IG CARROS

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