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Mitsubishi ASX sai de linha para dar lugar ao Outlander Sport no Brasil

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Mitsubishi ASX:  SUV deixa o mercado brasileiro, que bate recorde de modelos fora de linha  no biênio 2021 e 2022
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Mitsubishi ASX: SUV deixa o mercado brasileiro, que bate recorde de modelos fora de linha no biênio 2021 e 2022

Após 11 anos de comercialização do modelo ASX no Brasil, a Mitsubishi decidiu tirá-lo de linha para ceder lugar ao Outlander Sport . Quem confirmou essa notícia oficialmente foi a representante da marca japonesa no Brasil, a HPE Automotores.

O SUV chegou ao mercado brasileiro em 2010, importado do Japão, em duas versões com tração dianteira e câmbio manual e 4×4 com câmbio automático CVT, ambas com motor de 2,0 litros a gasolina e 160 cv de potência.

Em 2013, o Mitsubishi ASX passou a ser fabricado no Brasil na unidade em Catalão (GO), com alguns ajustes de tropicalização no país como o conjunto da suspensão mais reforçado para aguentar as precárias ruas brasileiras. No ano seguinte, o modelou recebeu pequenas atualizações estéticas na parte frontal, rodas, entre outros itens. 

Foto: Carlos Guimarães/iG

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Foto: Fabio Bustamante

Foto: Fabio Bustamante

Foto: Fabio Bustamante

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Foto: Fabio Bustamante

Para 2017, novas mudanças de estilo e, no ano seguinte, novo motor flex 2.0 de 170 cv (etanol) e câmbio CVT atualizado. Por fim, 2019, outra atualização estética e última marcaria o fim do SUV, e com o lançamento do Outlander em 2020, o ASX foi perdendo espaço até sair de linha em 2021.

Entre 2010 e 2020, o Mitsubishi ASX teve 73.911 unidades vendidas, de acordo com a Fenabrave.

Fonte: IG CARROS

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GWM estréia fábrica de carros no Brasil e alega que farão até 208 km/l

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Fábrica Mercedes-Benz de Iracemápolis foi vendida para a Great Wall Motors Company, que fará apenas carros eletrificados
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Fábrica Mercedes-Benz de Iracemápolis foi vendida para a Great Wall Motors Company, que fará apenas carros eletrificados

A maior fabricante de carros da China, a Great Wall (GWM), acaba de inaugurar uma fábrica em Iracemápolis (SP): trata-se de uma unidade que foi inaugurada pela Mercedes-Benz em março de 2016 e fechada em dezembro de 2020. Nesta quinta-feira (27), a Great Wall Motors inicia oficialmente as operações no Brasil, fabricando apenas carros eletrificados, e promete fazer da unidade sua maior base fora da China.

A empresa anunciou investimentos de R$ 10 bilhões no país até 2032. Em 2025, a multinacional pretende alcançar um faturamento de R$ 30 bilhões. A GWM também garante que a fábrica brasileira será um centro completo de produção. Até 2025, almeja atingir um índice de nacionalização de 60%. A unidade industrial será um pólo de exportação para o continente. A retomada das atividades vai gerar 2.000 empregos diretos e 8.000 indiretos.

Para diversificar a atuação da montadora no Brasil, a GWM vai contar com três marcas, uma para cada linha de produtos. A Haval vai comercializar apenas SUVs on-road inteligentes, a Tank contará com SUVs off-road de luxo e a Poer terá picapes inteligentes.

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Em um segundo momento, virá a linha Ora , uma marca premium exclusivamente movida a bateria. Ela será a primeira marca pura 100% de carros elétricos no Brasil.

Os carros, segundo a Great Wall , terão todos entre 230 cv a 430 cv, e entre 41 kgfm até 76 kgfm. Na prática, esses números se traduzem em aceleração de 0 a 100 km/h entre 7,2 segundos e 4,8 segundos, com consumo de combustível de 75 km/l a 208 km/l (ainda segundo a GWM), quando nos limitamos aos híbridos e híbridos plug-in .

Como se não bastasse, a montadora afirma que vai oferecer no Brasil o híbrido plug-in com a maior autonomia elétrica do mundo, de 200 km. Esse modelo ainda é capaz de recarregar 80% da sua bateria em apenas 30 minutos.

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Todos os modelos produzidos no Brasil terão recursos de conectividade e sistemas semiautônomos de segurança Nível 2 de série, além de permitir o uso do comando por voz para controlar as funções do veículo, como fechar vidros ou abrir o teto solar. Os veículos da GWM no Brasil também estarão prontos para suportar o recurso de conectividade 5G.

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A GWM desenvolveu o primeiro sistema de veículo híbrido do mundo que conta com a tecnologia de atualização Over The Air (OTA), que trará atualizações de software e firmware pelo ar para o carro, não só para o multimídia, mas para todo o sistema do veículo, como módulos dos motores e hardware de direção semiautônoma .

Outra novidade tecnológica é que a GWM já está iniciando parcerias para estudos de uso de etanol como fonte de geração de hidrogênio para veículos com célula de combustível.

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“A GWM é a primeira empresa na China que forma parte da Comissão Internacional do Hidrogênio e tem vários projetos de pesquisa para as diferentes aplicações desse gás como elemento de propulsão”, afirma Pedro Bentancourt, Chief Relations Officer (CRO) da GWM Brasil.

“Pretendemos utilizar a unidade no Brasil como base de conhecimento na realização de acordos com universidades e centros tecnológicos brasileiros , visando desenvolver pesquisa que, por exemplo, inclua o uso do etanol como fonte de hidrogênio”, complementa Pedro Bentancourt.

Fonte: IG CARROS

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