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Aceleramos o BYD Tan EV, primeiro SUV elétrico de sete lugares do Brasil

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BYD Tan EV: SUV elétrico tem autonomia declarada de 437 quilômetros até precisar de uma nova recarga
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BYD Tan EV: SUV elétrico tem autonomia declarada de 437 quilômetros até precisar de uma nova recarga

Pensa em um carro que, por enquanto, é totalmente único em sua espécie. Tem desempenho de supercarro, mas sete lugares e um rodar confortável sobre o asfalto.

Hoje em dia, ou se tem uma coisa, ou outra. O BYD TAN EV é o ponto fora da curva em muitos aspectos, e nos leva a refletir uma série de questões envolvendo tecnologia, SUVs, desempenho e a sofisticação.

O BYD TAN EV já está disponível para reserva no site oficial da marca, com lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2022. Segundo a equipe de desenvolvedores da fabricante, a novidade é a aposta para o início da história da BYD no Brasil, disputando o segmento com modelos como Jaguar I-Pace , Volvo XC90 , Audi e-Tron . Ainda segundo a fabricante, o carro custará em torno dos R$ 450 mil, algo que ainda está para ser decidido.

Antes mesmo de entrar nesse SUV de 4,870 m de comprimento, 2,820 m de distância entre-eixos, com tração integral proveniente de seus dois motores elétricos que geram 517 cv e 68 kgfm (combinados), vemos como a fabricante é imponente no mundo inteiro.

Especializada em veículos elétricos e desenvolvimento de equipamentos eletrificados, vale US$ 133 bilhões em valor de mercado. Isso a coloca no posto de terceira montadora mais valiosa do mundo, atrás apenas da Tesla e da Toyota . Sem falar que é a líder de mercado de ônibus elétricos do mundo.

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Foguete para levar a família

Entre prós e contras, notamos que a central multimídia do SUV elétrico da BYD   poderia ser mais fácil de operar, bem como algo que não necessariamente é um ponto negativo, mas que não anda junto com seu motor muito forte. Estamos falando de sua suspensão.

De fato, o carro entrega o conforto que todo o SUV de 7 lugares tem que ter. Entretanto, devido à dinâmica que o carro adquire com o pé “atolado” no fundo do acelerador, bem como diante das “cravadas” dos freios Brembo de seis pistões e discos perfurados, é fácil perder o ponto de equilíbrio da carroceria, cuja suspensão poderia ser mais firme.

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Ao mesmo tempo, o SUV elétrico chinês não deixa nada a desejar quando o assunto ainda é o desempenho. Por conta da boa distribuição de peso (ainda que tenha um total de 2479 kg), graças ao bom posicionamento dos seus motores elétricos, notamos que o SUV da BYD é equilibrado em curvas de alta velocidade. Mesmo com o alto centro de gravidade e a suspensão pouco rígida, aponta muito bem  e se mantém com equilíbrio e precisão.

Por outro lado, inclusive conforme relatamos à BYD durante o evento de apresentação, é interessante como a eletrônica atua a favor da segurança. Em uma situação de risco urbano, onde um animal entra na pista, um caminhão pode vir de repente, entre outros casos, a intervenção eletrônica ajuda muito nessa questão da perda de equilíbrio e, consequentemente, a fugir de situações inesperadas e perigosas.

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É complicado exigir de um carro potente, que não é esportivo , destinado a um público geral (e que pode ser leigo ao volante), que seja tão habilidoso quanto um puro-sangue — que pode ter a metade do peso do SUV e menos potência — em cenários bruscos.

Tecnologias e preços

BYD Tan EV vem com tela da central multimídia que pode funcionar tanto na horizonta quanto na vertical
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BYD Tan EV vem com tela da central multimídia que pode funcionar tanto na horizonta quanto na vertical

Já que trouxemos a questão da tecnologia, devemos lembrar de todos os itens que oferece. Vem de série com sensores de pressão dos pneus, reconhecimento dos sinais de trânsito, alerta de colisão frontal, sistema anticapotamento, sensor de ponto cego , assistência de frenagem de emergência, alerta de fluxo cruzado, assistência de partida em rampas, alerta de colisão traseira, controle dinâmico do veículo, entre outros.

Partindo para a comodidade, traz sistema de som Dirac com 12 auto-falantes, central multimídia com rotação elétrica de 15,6 polegadas (que pode ser utilizada na horizontal ou na vertical), bem como cluster multifuncional de 12,3 polegadas. Além disso, traz abertura das portas e partida do motor acionados remotamente, bem como seis câmeras para auxiliar na visão do condutor, ao redor do carro.

O novo BYD TAN EV ainda não tem preços determinados, mas segundo a fabricante chinesa, sairá por algo na faixa dos R$ 400 mil, podendo chegar próximo aos R$ 500 mil. A principal hipótese é que saia por algum valor entre R$ 430 mil e R$ 460 mil.

Fonte: IG CARROS

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GWM estréia fábrica de carros no Brasil e alega que farão até 208 km/l

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Fábrica Mercedes-Benz de Iracemápolis foi vendida para a Great Wall Motors Company, que fará apenas carros eletrificados
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Fábrica Mercedes-Benz de Iracemápolis foi vendida para a Great Wall Motors Company, que fará apenas carros eletrificados

A maior fabricante de carros da China, a Great Wall (GWM), acaba de inaugurar uma fábrica em Iracemápolis (SP): trata-se de uma unidade que foi inaugurada pela Mercedes-Benz em março de 2016 e fechada em dezembro de 2020. Nesta quinta-feira (27), a Great Wall Motors inicia oficialmente as operações no Brasil, fabricando apenas carros eletrificados, e promete fazer da unidade sua maior base fora da China.

A empresa anunciou investimentos de R$ 10 bilhões no país até 2032. Em 2025, a multinacional pretende alcançar um faturamento de R$ 30 bilhões. A GWM também garante que a fábrica brasileira será um centro completo de produção. Até 2025, almeja atingir um índice de nacionalização de 60%. A unidade industrial será um pólo de exportação para o continente. A retomada das atividades vai gerar 2.000 empregos diretos e 8.000 indiretos.

Para diversificar a atuação da montadora no Brasil, a GWM vai contar com três marcas, uma para cada linha de produtos. A Haval vai comercializar apenas SUVs on-road inteligentes, a Tank contará com SUVs off-road de luxo e a Poer terá picapes inteligentes.

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Em um segundo momento, virá a linha Ora , uma marca premium exclusivamente movida a bateria. Ela será a primeira marca pura 100% de carros elétricos no Brasil.

Os carros, segundo a Great Wall , terão todos entre 230 cv a 430 cv, e entre 41 kgfm até 76 kgfm. Na prática, esses números se traduzem em aceleração de 0 a 100 km/h entre 7,2 segundos e 4,8 segundos, com consumo de combustível de 75 km/l a 208 km/l (ainda segundo a GWM), quando nos limitamos aos híbridos e híbridos plug-in .

Como se não bastasse, a montadora afirma que vai oferecer no Brasil o híbrido plug-in com a maior autonomia elétrica do mundo, de 200 km. Esse modelo ainda é capaz de recarregar 80% da sua bateria em apenas 30 minutos.

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Todos os modelos produzidos no Brasil terão recursos de conectividade e sistemas semiautônomos de segurança Nível 2 de série, além de permitir o uso do comando por voz para controlar as funções do veículo, como fechar vidros ou abrir o teto solar. Os veículos da GWM no Brasil também estarão prontos para suportar o recurso de conectividade 5G.

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A GWM desenvolveu o primeiro sistema de veículo híbrido do mundo que conta com a tecnologia de atualização Over The Air (OTA), que trará atualizações de software e firmware pelo ar para o carro, não só para o multimídia, mas para todo o sistema do veículo, como módulos dos motores e hardware de direção semiautônoma .

Outra novidade tecnológica é que a GWM já está iniciando parcerias para estudos de uso de etanol como fonte de geração de hidrogênio para veículos com célula de combustível.

Great Wall Tank 100 é o
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Great Wall Tank 100 é o “irmão” chinês queo Jimny Sierra nunca tinha tido

“A GWM é a primeira empresa na China que forma parte da Comissão Internacional do Hidrogênio e tem vários projetos de pesquisa para as diferentes aplicações desse gás como elemento de propulsão”, afirma Pedro Bentancourt, Chief Relations Officer (CRO) da GWM Brasil.

“Pretendemos utilizar a unidade no Brasil como base de conhecimento na realização de acordos com universidades e centros tecnológicos brasileiros , visando desenvolver pesquisa que, por exemplo, inclua o uso do etanol como fonte de hidrogênio”, complementa Pedro Bentancourt.

Fonte: IG CARROS

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